Pedro Arcuri

Você construiu o negócio. Outra pessoa é dona do sistema.

Construo a plataforma que faz a sua empresa vender e o produto que você leva ao mercado, rodando na sua infraestrutura e no seu CNPJ. Sem mensalidade por usuário, sem base de contatos presa em plataforma de terceiro.

Conversar sobre o seu caso Ver as duas frentes

Por onde começar

O que você quer construir?

Os dois caminhos partem do mesmo princípio e terminam em lugares diferentes. Vá direto para o seu.

Frente 01 Para dentro

A operação da sua empresa

Aqui o objetivo é tirar a operação de cima de ferramenta emprestada e colocar dentro de casa, sem perder o que já funciona hoje.

Onde você está hoje

O negócio funciona. Só que ele funciona em cima de coisas emprestadas.

Isso não é falha de gestão, é como quase todo negócio começa. As ferramentas gratuitas resolvem o primeiro ano bem demais para alguém parar e questionar.

  • A conversa mora no WhatsApp

    O orçamento, o "me manda depois", o cliente que sumiu. Tudo dentro de um aplicativo pessoal, misturado com a conversa do grupo da família.

  • O controle mora na planilha

    Alguém mantém a planilha de clientes. Outro alguém mantém outra versão dela. As duas divergem, e ninguém sabe qual está certa.

  • A audiência mora no Instagram

    Os seguidores foram conquistados por você, um a um, ao longo de anos. Mas quem decide se eles vão ver o seu próximo post não é você.

O que isso tem de problema

E se o WhatsApp parar amanhã?

Não é uma hipótese distante. É a pergunta que define quanto do seu negócio pertence a você e quanto está alugado.

  • Dependência

    Uma conta suspensa numa manhã de terça leva junto o histórico de conversas, a base de contatos e o canal de vendas. Você descobre que o ativo nunca foi seu.

  • Custo que cresce com você

    Mensalidade por usuário, por contato, por disparo. A conta sobe junto com o negócio, e quanto melhor você vai, mais caro fica continuar.

  • Regra que muda sem aviso

    Alcance cai, tarifa de mensagem sobe, integração é descontinuada. Decisões que afetam o seu faturamento são tomadas por gente que não conhece o seu negócio.

A conta que isso cobra

O prejuízo não chega de uma vez. Ele vaza todo mês.

A queda de plataforma é o cenário dramático e raro. O caro mesmo é o desgaste silencioso, que já está acontecendo enquanto você lê isto.

  1. 01

    O lead que ninguém retomou

    Sem tarefa com prazo e sem dono, o retorno prometido para quinta acontece na terça seguinte, ou não acontece. O cliente não reclama, ele só compra do concorrente.

  2. 02

    A venda que morre junto com o vendedor que saiu

    Se o histórico da negociação está no aparelho de quem foi embora, o próximo a atender começa do zero e pergunta de novo o que o cliente já respondeu.

  3. 03

    A decisão tomada no achismo

    Sem funil, você não sabe onde a venda trava, quanto tempo cada etapa leva, nem qual canal traz cliente que fica. Investe no escuro e mede pelo movimento do caixa.

  4. 04

    O aluguel que você paga a vida inteira

    Três anos de mensalidade em plataforma de terceiro costumam custar mais do que construir a sua. A diferença é que no fim do terceiro ano um dos dois caminhos deixa um ativo no seu nome.

Some o lead perdido, a hora gasta procurando informação e a mensalidade que sobe todo ano. O número costuma assustar mais do que o orçamento de construir a plataforma própria.

Como fica do outro lado

O que muda quando a plataforma é sua

A alternativa não é abandonar WhatsApp e Instagram, é parar de depender deles. Eles viram porta de entrada, e não o lugar onde o seu negócio inteiro mora.

  • O funil inteiro em um lugar

    Oportunidade, tarefa com prazo e dono, histórico completo do cliente e metas por time. No seu domínio, com os seus dados no seu banco.

  • WhatsApp como canal de dentro

    A conversa continua acontecendo onde o cliente já está, mas passa a ser registrada, distribuída e auditável. Quem sai da empresa não leva a conversa junto.

  • Número no lugar de achismo

    Onde a venda trava, quanto tempo cada etapa leva, qual canal traz cliente que fica. Decisão medida, e não estimada pelo movimento do caixa.

Frente 02 Para fora

Um produto para o mercado

Aqui o objetivo é chegar ao mercado com algo que se sustenta sozinho, na ordem que não queima o caixa antes de você aprender o que importa.

Onde você está hoje

A demanda já existe. Ela só está sendo atendida no improviso.

Quase nenhum produto começa como produto. Ele começa como um favor que deu certo e foi se repetindo até virar rotina.

  • Já tem gente pedindo

    Perguntam, pedem indicação, voltam. A procura é real, mas cada atendimento acontece um a um, no WhatsApp, e custa o mesmo trabalho do anterior.

  • O produto ainda é você

    Quem cadastra, cobra, confere e resolve problema é uma pessoa. Enquanto for assim, o tamanho do negócio é o tamanho da agenda dela.

  • O orçamento que pediram assustou

    A primeira proposta veio com seis dígitos e meses de prazo, para entregar tudo de uma vez e sumir depois da entrega.

O que isso tem de problema

O aplicativo pronto é a parte fácil.

O que derruba produto novo quase nunca é a tecnologia. É construir a coisa errada, e descobrir isso quando o dinheiro já acabou.

  • Construir tudo antes de saber

    A primeira versão completa gasta o orçamento inteiro numa aposta que ninguém testou. O que o usuário de fato usa costuma ser um terço do que foi especificado.

  • Entrega não é operação

    Aplicativo entregue não é negócio funcionando. Falta a cobrança que roda sozinha, o suporte, e alguém que saiba mexer naquele código na segunda-feira.

  • Publicar não é distribuir

    Estar na loja não traz usuário. Sem um motivo concreto para abrir o aplicativo pela segunda vez, o download vira desinstalação na mesma semana.

A conta que isso cobra

Errar é barato no começo e caro no fim.

A ordem em que as coisas são construídas decide se ainda vai haver dinheiro quando você finalmente souber o que precisava ter sido feito.

  1. 01

    O orçamento inteiro na primeira aposta

    Se a aposta erra, não sobra caixa para a segunda versão. E a segunda versão costuma ser justamente a que acerta, porque ela já nasce sabendo o que a primeira ensinou.

  2. 02

    A janela que fecha enquanto você constrói

    Enquanto a versão completa fica pronta, alguém com metade do escopo já está no ar aprendendo com usuário de verdade. Seis meses de vantagem não se recuperam com escopo maior.

  3. 03

    Refém de quem construiu

    Código que ninguém da sua casa entende, publicado numa conta de loja que não é sua. Mudar um botão passa a depender do humor e da agenda de um fornecedor.

O produto que dá certo raramente é o que estava no documento inicial. Ele é o que sobrou depois de alguns meses no ar, com gente usando e desistindo na sua frente.

Como fica do outro lado

Como um produto chega ao mercado sem queimar o caixa

Não é fazer menos, é fazer na ordem certa: primeiro o que responde a pergunta mais cara, depois o resto.

  • No ar antes de estar pronto

    Sobe primeiro o pedaço que prova a demanda, com gente usando e pagando. O resto é construído em cima do que essa gente fez, e não do que nós dois achamos.

  • Produto que roda sem você

    Cadastro, assinatura, cobrança recorrente e comunicação com a base funcionando sozinhos. Você acompanha o número, em vez de aprovar cada operação.

  • Nas lojas, no seu nome

    iOS e Android publicados na conta da sua empresa, com o seu CNPJ e a sua marca. Se um dia eu sair da história, o produto continua de pé sem mim.

Quem faz

Quem vai construir isso com você

Retrato de Pedro Arcuri

Sou Pedro Arcuri. Construo software em duas frentes: sistema sob medida para a empresa que quer a operação rodando na própria infraestrutura, e produto de uso em massa, feito para crescer sem depender de mim.

Quem levanta o requisito, escreve o código e coloca no ar é a mesma pessoa com quem você conversa desde o primeiro e-mail. Isso limita quantos projetos eu toco ao mesmo tempo, e é de propósito: o que eu entrego precisa continuar de pé depois que a conversa acaba.

Próximo passo

Conversar

Se você reconheceu o seu caso em alguma das duas frentes, me escreva contando o que trava hoje. A primeira conversa é para entender o problema, não para vender projeto.

[email protected]